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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Onze trabalhos são agraciados na solenidade do IV Prêmio IAB-CE de Arquitetura 2011

Para o IV Prêmio IAB-CE de Arquitetura 2011, concurso que busca dar destaque a projetos que contribuam com o desenvolvimento da Arquitetura, especialmente do Ceará, onze trabalhos foram condecorados. O evento aconteceu no Ideal Clube, na mesma ocasião do Prêmio Gentileza Urbana.

O corpo de jurados, formado pelos arquitetos Francisco Nasser Hissa; Nícia Borma; Jayme Leitão; Marcelo Fortuna e Delberg Ponce de Leon; avaliou como critérios a significância, pertinência e as soluções arquitetônicas apresentadas nos projetos candidatos ao concurso. A novidade do Prêmio este ano foi a inclusão da categoria Projeto de Obra Não Concluída.

Confira abaixo os vencedores de cada categoria:

Edificação Pública / Institucional
Projeto: Estação Parangaba – Patrimônio em Transição
Realizadores: Arqs. Napoleão Ferreira e João Marcos Damasceno Nogueira

Edificação com fins Comercial / Industrial / Serviços
Projeto: Office Treze de Maio
Realizadores: Novaes Arquitetura

Intervenção Urbana / Paisagismo
Projeto: Praça de Natal
Realizadores: Arqs. Fernanda Rocha, Igor Fracalossi e Viviane Furtado

Edificação Residencial Unifamiliar
Projeto: Casa LK
Realizador: Arq. Marcela Brasileiro

Edificação Residencial Multifamiliar
Projeto: Condomínio Jardins
Realizadores: Mário Roque Arquitetos

Arquitetura de Interiores
Projeto: Áreas Comuns – Condomínio Bossa Nova
Realizador: Arq. Marcela Brasileiro

Projeto de Obra Não Concluída
Projeto: Templo Jardim Metropolitano
Realizadores: Milena Barata, Daniel Marques, Rommel Ramalho

Projeto Final de Graduação para Estudantes de Arquitetura e Urbanismo

Projeto: Academia Viva
Realizador: Tiago Bezerra de Souza / Orientador: Daniel Cardoso
 
MENÇÕES HONROSAS:
Projeto de Obra Não Concluída
Projeto: Escritório de Arquitetura, Engenharia e Design
Realizador: Arq. Gledson Rocha

Projeto de Obra Não Concluída
Projeto: Residência de Guaramiranga
Realizador: Arq. Bruno Melo Braga

Projeto Final de Graduação para Estudantes de Arquitetura e Urbanismo
Projeto: Espaço Cine América
Realizador: Gledson Rocha
 
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Família de Bin Laden erguerá maior arranha-céu do planeta na Arábia Saudita

O rei da Arábia Saudita contratou a empresa que pertence à família de Bin Laden para construir o arranha-céu mais alto do mundo em Jidá, cidade de 3,4 milhões de habitantes na costa do Mar Vermelho.



A Jeddah Tower terá mil metros de altura e contará com um hotel cinco estrelas, bloco de apartamentos, e escritórios.



A obra, cuja construção deverá demorar cinco anos, custará US$ 1,2 bilhão e seguirá projeto do escritório norte-americano Adrian Smith + Gordon Gill Architecture.



Sediada em Chicago, a empresa tem como um de seus sócios Adrian Smith, que trabalhava no Skidmore, Owings & Merrill (SOM) e foi um dos designers do Burj Khalifa, maior arranha-céu do planeta atualmente, com 828 metros, em Dubai.



Fundado em 1931, o grupo de Muhammad Awad bin Laden - pai de Osama bin Laden - construiu grande parte das rodovias da Arábia Saudita, bem como bairros e cidades inteiras.



Osama é o 17º de seus 52 filhos, mas suas atividades radicais levaram a família a deserdá-lo em 1994.



Saiba mais sobre o projeto da Jeddah Tower: http://smithgill.com

 Imagens: Adrian Smith + Gordon Gill Architecture

Fonte: Arcoweb
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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Novo Shopping expõe projetos arquitetônicos premiados pela IAB


Em parceira com o IAB - Instituto Brasileiro de Arquitetura - mostra será dividida em duas fases entre os dias 1º e 21 de agosto. Confira o cronograma.
Foto: CENTRO DE ARTE E EDUCAÇÃO DOS PIMENTAS - recebeu PRÊMIO RINO LEVI. Autores: Mario Biselli e Artur Katchborian.

Colaboradores: Paulo Roberto dos Santos Barbosa, Luiz Marino Kuller, Cássia Lopes Moral, Cassio Oba Osanai, Camila Bevilacqua de Toledo, Gabriel César e Santos, Ana Carolina Ferreira Mendes e Débora Pinheiro


Há 90 anos o Instituto Brasileiro de Arquitetura (IAB) agrega e promove os projetos dos arquitetos brasileiros. Para homenagear os profissionais consagrados na Premiação IAB/SP 2010, a entidade realizará no Novo Shopping, entre 1º e 8 de agosto, a exposição dos trabalhos premiados. Divididos em cinco categorias, urbanismo, paisagismo, edifício, habitação de interesse social e design (interior e objeto), prometem tirar o fôlego dos visitantes da Praça Gourmet. A partir de 8 de agosto a exposição entrará em uma nova fase. Dessa vez, os arquitetos de Ribeirão Preto ocupam o espaço com maquetes eletrônicas, plantas e fotos de obras. Os 50 trabalhos em exposição passaram pela seleção do núcleo Ribeirão Preto do IAB, presidido pelo renomado arquiteto Carlos Paladini. As obras foram produzidas pelos escritórios e arquitetos cadastrados na cidade e estarão à mostra até o dia 21.

  “A Exposição IAB no Novo Shopping tem como objetivo aproximar o público da arquitetura. Somos os responsáveis por transformar sonhos em realidade, por isso, queremos que este trabalho seja para todos.”, afirma Paladini.

Dia 01/08/2011 - 20:00h - Exposição da premiação do IAB São Paulo - 2010

Prêmios especiais : Prêmio Rino Levi, Prêmio Carlos Millan, Prêmio Joaquim Guedes, Prêmio Luís Saia e Menções honrosas;
Local: Novo Shopping

- Dia 08 /08 / 2011 – 20:00 h - Exposição Arquitetos de Ribeirão Preto e sua Produção

Tem o objetivo de aproximar todos os cidadãos da produção de projetos e obras dos arquitetos e explicar a função da defesa da ética da profissão dos arquitetos, suas lutas coletivas pela melhor condição de vida, através de seus projetos nas cidades pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB;
Local: Novo Shopping

- Dia 10/08/2011 - 20:00h – Palestra e Debate sobre o CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo, com a presença de Daniel Amor (SASP) e Rosana Ferrari (presidente IAB SP);

Local: Av. Carlos Consoni, 10, Jd. Canadá, no Auditório da Universidade Paulista – UNIP, Bloco C.

- Dia 19/08/2011 - 20:00h - Palestra com o arquiteto Ângelo Bucci, sobre sua arquitetura.

FONTE: Jornal da Região Sudeste
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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Casa de Frei Tito é tombada, no centro da capital

Imóvel é patrimônio histórico e foi residência do líder religioso, na época da Ditadura Militar


Prefeita Luizianne Lins assinou ontem, 4a.feira (27/07), documento determinando o tombamento da casa na qual viveu Frei Tito de Alencar Lima, no Centro.

O ato foi realizado em despacho regular no gabinete da administração municipal.

 De acordo com a Coordenadoria de Patrimônio Histórico da Secretaria da Cultura de Fortaleza (Secultfor), quatro processos já tramitavam no órgão solicitando que a edificação fosse preservada em função do seu valor histórico.

Conforme Clélia Monasterio, coordenadora de Patrimônio Histórico-Cultural da Secultfor, a Lei 9347/2008 que dispõe sobre a proteção ao Patrimònio Histórico-Cultural e Natural de Fortaleza, protege o bem a partir da abertura do processo administrativo de tombamento.

Fonte: O Povo
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Prédio tombado é pintado de cinza

As famosas pedras do prédio da Caixa, que é tombado pelo Estado, ganharam nova cor. Arquitetos ouvidos pelo O POVO estranharam


Pedras estão sendo pintadas de cinza. Caixa não respondeu o motivo da obra (IGOR DE MELO)


A fachada do prédio da antiga alfândega, tombado em 2005 pelo Governo do Estado, está ganhando nova tonalidade. No lugar da cor natural dos elementos componentes das rochas, o cinza ganha vez em diversos trechos da construção que se destaca na avenida Pessoa Anta, na Praia de Iracema. O espaço está em obras desde 2009 para abrigar a Caixa Cultural, equipamento de cultura da Caixa Econômica Federal.

Arquitetos procurados pelo O POVO para comentar a situação estranharam a novidade. Isso porque obras em prédios tombados só podem ser realizadas observando-se as particularidades da construção. “O que prevalece em um restauro é a valorização dos materiais originais, das técnicas originais, da maneira como os materiais foram dispostos”, frisa o arquiteto e professor da UFC, Romeu Duarte Junior.

Destacando não ter conhecimento do projeto da Caixa Cultural, Duarte cita que, caso a nova cor não seja de um produto para proteger a fachada, pintar as pedras é “muito estranho”. “Quando passa tinta, (a parede) vai ficar com as características e todos elementos que compõem o material muito escondidos”, diz.

“Para o bem da cidade, mesmo o prédio histórico não sendo tombado, é importante que fique mais próximo do original no aspecto externo”, comenta o arquiteto Antônio Rocha Junior, diretor de política cultural do Instituto de Arquitetos do Brasil no Ceará (IAB-CE).

“Você quando faz intervenção em bem tombado tem que buscar programas arquitetônicos compatíveis. Não pode descaracterizar aquilo ali”, lembra o arquiteto do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Francisco Augusto Sales Veloso.

Sem resposta
Segundo a assessoria de comunicação da Caixa, todo projeto para restauro do prédio foi elaborado por profissionais da área. O POVO solicitou à assessoria o contato de algum desses profissionais, mas foi informado de que o arquiteto do banco que acompanha a obra não foi localizado na tarde de ontem. A assessoria não soube detalhar qual procedimento está sendo realizado na fachada.

O coordenador do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (Coepa), da Secretaria da Cultura, Otávio Menezes, afirma que arquitetos da secretaria ficaram responsáveis por avaliar as intervenções no prédio. Menezes não soube informar qual o parecer do caso porque estava viajando, mas disse que hoje poderá dar uma “resposta mais objetiva”.

Mesmo sem detalhar o caso, Menezes cita que as alterações externas em bens tombados são “mais limitadas”. “Elas devem obedecer pelo menos padrões de volumetria (forma do edifício) para preservar a memória”, afirma.


ENTENDA A NOTÍCIA
Inaugurado em 1891, final do Império, o prédio da antiga alfândega já abrigou setores da Secretaria da Fazenda e da receita federal. Na década de 1980, foi adquirido pela Caixa. O prédio foi tombado pelo Estado em 2005.

FONTE: O Povo On line
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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Telhas dão acabamento e podem revelar o estilo do morador

Qual o melhor tipo? Qual o melhor caimento? Confira dicas para a sua obra de construção ou reforma

Álefe Cintra


Foto: Divulgação

Além da proteção, o telhado também revela o estilo do morador, seja ele convencional ou contemporâneo
Durante a construção de uma casa, um dos pontos importantes que merece bastante atenção é a escolha do telhado. Sua principal função é a proteção. "O principal uso do telhado é a impermeabilização e o isolamento térmico e acústico", conta o arquiteto André Soares, que explica também que o telhado tem função estética. "É o telhado que expressa o estilo da obra nos projetos de arquitetura. É o elemento que "veste" a construção, demonstrado o perfil do cliente".

Além do estilo, o telhado também tem suas questões técnicas. É lá que se localizam alguns equipamentos, como a caixa d’água, placas de aquecedor solar, parte da rede elétrica e antena.

Pensando nisso é que se define o caimento ou inclinação do telhado. "Cada projeto tem uma especificação. Por exemplo, beirais, recortes. É o que dá o estilo à casa", conta o arquiteto.

A cobertura convencional é composta de várias águas. Água é o termo como é conhecida cada face do telhado. O estilo clássico ou neoclássico é o mais utilizado em Ribeirão Preto. O telhado remete-se a várias águas, emoldurando a casa como um todo. Nesta montagem pode-se optar em fazer o uso de calhas.

"Já o estilo contemporâneo é aquele em que as pessoas dizem ser uma casa sem telhado. São casas com estilo mais recente, que utilizam telhas onduladas com proteção térmica e acústica. Essa montagem necessariamente precisa de rufos, calhas e condutores, que facilitam a montagem de caixas de captação de água para reutilização", orienta Soares.

FONTE: Jornal a cidade
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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Marcelo Rosenbaum e FGMF projetam ONG com a participação de estudantes de Arquitetura

Edificação reunirá alojamento, creche, área de convivência e oficinas de trabalho para mulheres em situação de risco

Thays Tateoka

Divulgação: FGMF
Além dos profissionais, equipe integra 11 estudantes de Arquitetura

Entre os dias 10 e 18 de julho, o designer Marcelo Rosenbaum e os arquitetos do escritório FGMF, em conjunto com 11 estudantes das universidades FAU-USP, Centro Universitário Belas Artes e Mackenzie se reuniram em período integral para a criação da nova sede da ONG Lua Nova na cidade de Votorantim, São Paulo. A equipe já desenvolveu os desenhos do projeto.

O terreno, cedido pela prefeitura de Votorantim, deverá ter 2.300 m² de área construída para atender mães e filhos em situação de risco. A ONG abriga 28 mulheres e realiza trabalhos de capacitação profissional com oficinas de arte, culinária e construção. Assim, a fase preliminar do projeto teve como objetivo diagnosticar as particularidades do espaço, que deverá contemplar alojamentos, áreas de convivência e as oficinas que a instituição mantém.

Divulgação: FGMF
Divulgação: FGMF
Primeiros traços do projeto

Segundo Lourenço Gimenes, arquiteto do escritório FGMF, a iniciativa de criar um projeto com a participação de estudantes como coautores "foi unir forças em um projeto para atender às necessidades da ONG de maneira rápida e também a de oferecer a oportunidade para os estudantes atuarem em um projeto real antes mesmo de terminar a universidade".

O grupo foi selecionado pelos professores Lizete Maira Rubano, do Instituto Presbiteriano Mackenzie, Artur Rozestraten, da FAU-USP e Marco Aurélio Oliveira, da Faculdade Belas Artes. Além da coordenação dos arquitetos e do designer, o laboratório conta com o reforço da empresa DesignEchos, provendo aos alunos metodologias de desenvolvimento do projeto, do Instituto Vivo, da Itautec e Bauducco.

Divulgação: FGMF
Divulgação: FGMF


FONTE: PINIWEb
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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Infraero divulga primeiras imagens do projeto de reforma do aeroporto de Salvador

Intervenções fazem parte do conjunto de ações para a reforma de aeroportos das cidades-sede da Copa

Thays Tateoka

A Infraero apresentou as primeiras imagens do projeto criado pelo Consórcio ATP-TRAÇO, formado pelas Empresas ATP Engenharia e TRAÇO Arquitetura e Planejamento, para a execução das obras de reforma do Aeroporto Nacional de Salvador  Luís Eduardo Magalhães.


As intervenções, que fazem parte do conjunto de ações da Infraero para a reforma de aeroportos das cidades-sede da Copa do Mundo em 2014, incluem a ampliação e adequação do terminal de passageiros, a ampliação do pátio de aeronaves e a construção de uma nova torre de controle.

O novo layout foi concebido a partir do edifício-garagem, que deverá ter sua capacidade aumentada de 1,3 mil vagas para 3 mil e ser conectado com a área de embarque por passarelas em estrutura metálica, buscando facilitar o acesso dos usuários.

As áreas internas receberão novas instalações como elevadores, escadas rolantes, sanitários e praça de alimentação tanto no pavimento térreo quanto no superior. A área de check-in, que atualmente possui 40 posições e oito pórticos de raios-x, aumentará para 90 posições e 12 esteiras.

As vias de acesso ao embarque e desembarque receberão coberturas transparentes com o intuito de possibilitar o aproveitamento da luz solar e garantir melhor conforto térmico da área de acesso e também ao saguão de entrada do aeroporto. O arquiteto Mario Aloisio Barreto Neto conta que a cobertura em estrutura metálica ainda deve beneficiar a praça de alimentação, que atualmente depende de iluminação artificial durante o dia.


O acesso à sala de embarque e desembarque também vai mudar. Atualmente, o aeroporto conta com quatro estações de acesso à pista de decolagem em uma extensão de 28 m. Com o novo projeto, serão seis estações distribuídas em 120 m. "Essa alteração trará conforto imediato para os usuários, que hoje precisam caminhar todo o entorno do aeroporto para embarcar e desembarcar", comenta o arquiteto.

O pátio de aeronaves, que atualmente tem 27 posições, ganhará dez novas vagas para aviões de médio e grande porte. O projeto executivo está em andamento e deve ser aprovado no próximo dia 20 de julho. As obras estão orçadas em R$ 45,1 milhões.

Mesmo com a indefinição do governo para a execução do metrô, a concessionária aguarda também interligar o transporte com o terminal de modo a otimizar o acesso dos passageiros.

Fonte: PINIweb
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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Exposição em Nova York reúne trabalho de sete escritórios de arquitetura paulistas

Nova York sediará a partir do dia 14 de julho (hoje) uma exibição dedicada à arquitetura paulista contemporânea.

Trata-se da mostra “The New Practices São Paulo”, que teve trabalhos inscritos de 21 escritórios paulistas, dos quais sete foram premiados com a participação.

Os escolhidos são os escritórios Piratininga, Triptyque Arquitetura, Metro Arquitetos Associados, Vazio S/A Arquitetura e Urbanismo, 23 Graus Sul Arquitetura, Yuri Vital Architect, PAX.ARQ e Arkiz.




A mostra é organizada pelo American Institute of Architects (AIA), em parceria com a Bienal Internacional de Arquitetura (BIA) de São Paulo e acontece no Center for Architecture em Nova York até o dia 10 de setembro.

A comissão julgadora que escolheu os sete escritórios foi formada pelos arquitetos Carlos Motta, Isay Winfeld, João Sette Whitaker Ferreira, José Armenio de Brito Cruz, Nádia Somekh, Ricard Ohtake e Roberto Loeb.

Veja o site da exposição: http://cfa.aiany.org

FONTE: Arcoweb
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Coberturas verdes – integração com a natureza e qualidade de vida


 Nos últimos anos, a busca por espaços verdes tem aumentado pois a população está ciente dos benefícios que isso pode trazer. Estes espaços oferecem a oportunidade de integração com a natureza e ainda ajudam a diminuir a temperatura dos edifícios, deixando-os mais frescos e fundindo a área interna com a externa.

O Brasil tem um clima ótimo para terraços com jardins, assim, pode-se explorar todos os espaços de um edifício, inclusive a cobertura. É sempre aconselhável consultar um engenheiro estrutural que irá verificar a capacidade de carga do telhado do edifício pois o acréscimo do solo, cascalho e plantas irão aumentar consideravelmente o peso sobre a estrutura, que também podem criar possíveis infiltrações.

Além dos benefícios estéticos, as coberturas verdes atendem aos seguintes objetivos: isola o edifício contra o calor e o frio; reduz a temperatura interior de seis a oito graus; reduz a poluição sonora; aumenta a quantidade de oxigênio no ar; filtra partículas transportadas pelo ar; controla o escoamento de águas pluviais, erosão, poluição e reduz o consumo energético.

Uma cobertura verde pode ser decorada com diferentes elementos. Uma ótima ideia é cultivar legumes e frutas ou tentar um bonsai. Criar estes ambientes é uma excelente maneira de aumentar o espaço de convivência em qualquer lugar. Neste local você pode se sentar e comer, as crianças podem brincar, ou podem simplesmente puxar uma cadeira e apreciar a paisagem tranquila. As plantas por si só adicionam uma pitada de cor, em alguns casos, a decoração interior pode ser focada para o terraço.

As coberturas verdes podem ser criadas em qualquer tipo de edifícios como casas, apartamentos residenciais, edifícios comerciais, indústrias, entre outros. Os requisitos básicos para que sejam construídos incluem:

Seleção de espaço: É preciso ter em mente que a área a ser selecionada para construir uma cobertura verde deverá ter uma ligeira inclinação, para que possa drenar a água facilmente e que tenha capacidade para suportar a carga. Além disso, a área deverá ser bem iluminada pela luz solar, essencial para o crescimento da folhagem.

Impermeabilização: O jardim deverá ser irrigado para manutenção de solo e plantas, portanto é preciso fazer uma impermeabilização do local onde o jardim será construído.

Manutenção: Escolha uma vegetação que não necessite de regas e podas constantes. Também pode ser instalado um sistema de gotejamento no seu jardim para garantir a longevidade. As plantas mais indicadas para os terraços ajardinados incluem plantas fibrosas por serem leves e por possuírem raízes que evitam a erosão do solo.

Redação CicloVivo

Fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2916
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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Renzo Piano projeta novo edifício para ópera e biblioteca nacional na Grécia

Maurício Lima
O arquiteto Renzo Piano apresentou seu projeto para o Centro Cultural Stavros Niarchos (SNFCC), composto para abrigar a Biblioteca Nacional e a Ópera Nacional na região sul da cidade de Atenas, na Grécia.
Divulgação: Renzo Piano
Edifício terá fachada mista de vidro e concreto


A fachada dos dois blocos será mista de concreto e vidro. A edificação, dividida em dois blocos, tem um espaço aberto ao centro que serve como ponto de conexão para todas as instalações do prédio.  Na parte externa, um jardim circundará todo o terreno. 

A área da biblioteca, que abrigará mais de dois milhões de livros, é mais baixa e contará com um telhado verde. De acordo com o arquiteto, a área para leitura será toda transparente e dará uma vista panorâmica de Atenas e do mar. Já a parte constituída pelo teatro para 1,4 mil pessoas será mais alto e contará também com um auditório menor, para apenas 140 pessoas.

Segundo Piano, o terreno de 120 mil m² onde o centro será construído abrigou um dos primeiros portos da cidade, sempre tendo uma relação muito forte com a água. Com o tempo, essa relação foi se perdendo. Por isso, o arquiteto previu um canal que passará ao lado do edifício, conectando o terreno ao mar.

O arquiteto afirma que toda a energia do edifício será obtida a partir de uma cobertura fotovoltaica de 10 mil m². Com isso, o edifício pode ser o primeiro da Grécia a receber a certificação LEED Platinum.

A construção de 85 mil m² deve custar US$ 803 milhões e ser finalizada em 2015.
Divulgação: Renzo Piano
Lobby da área da biblioteca
Divulgação: Renzo Piano
Área para leitura será toda aberta
Divulgação: Renzo Piano
Canal de água será responsável por ligar terreno ao mar
Divulgação: Renzo Piano
Arquiteto também projetou jardins por todo o terreno
Divulgação: Renzo Piano
Edifício conta com cobertura verde
Divulgação: Renzo Piano 


FONTE: PINIweb
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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Concurso distribuirá R$ 58 milhões para projetos de urbanização de 206 favelas em São Paulo

Lançado na última terça-feira (6) o concurso nacional Renova São Paulo já tinha 102 arquitetos cadastrados no dia seguinte. A competição distribuíra R$ 58 milhões entre projetos para urbanizar 22 das 99 sub-bacias hidrográficas em que a Secretaria Municipal de Habitação dividiu o território de São Paulo.  Nas regiões a serem urbanizadas existem 206 favelas e loteamentos, onde moram cerca de 300 mil pessoas, numa área total de 55.642.278 m².

Cada equipe poderá concorrer em até quatro das 22 sub-bacias incluídas no concurso. Os vencedores acompanharão as obras e coordenarão as equipes em todas as fases do projeto. Será preciso projetar o paisagismo, infraestrutura urbana, saneamento básico e drenagem, além de habitações e espaços públicos, entre outros serviços.

Os organizadores devem escolher ideias inovadoras, que respeitem o que os moradores já construíram nas regiões habitadas. "É preciso valorizar e melhorar o pré-existente", diz Maria Teresa Diniz, coordenadora de projetos da Secretaria de Habitação e uma das organizadoras do concurso. "Não dá para fazer o projeto partindo de uma tábula rasa, a não ser em algumas poucas áreas, onde não houver condições de partir do pré-existente".

As inscrições para o concurso já estão abertas e podem ser realizadas no site do concurso Renova SP.  Os trabalhos devem ser entregues entre os dias 14 e 25 de julho. Informações técnicas e sociais sobre os assentamentos precários da cidade estão disponíveis na base de dados Habisp, que vem sendo alimentada pela prefeitura de São Paulo desde 2005.

Os trabalhos serão julgados pelos arquitetos Marcos Boldarini, Marta Lagrecca Sales, Sérgio Ferraz Magalhães, Solano Benitez e Zaida Muxí.

Áreas precárias
As primeiras 22 sub-bacias escolhidas pela prefeitura para serem urbanizadas obtiveram os piores pontos no Sistema de Priorização de Intervenções, programa de computador que cruza as informações sobre o risco das áreas, precariedade da infraestrutura, insalubridade, renda e risco de se tornarem fulcros de violência. Em toda a cidade de São Paulo, 3 milhões vivem em assentamentos precários.

A ilustração abaixo mostra as áreas onde os projetos acontecerão:


Fonte: PINIweb
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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Coletivo de arquitetos e urbanistas cria cidade para 40 mil habitantes no sul da Índia



O coletivo internacional de arquitetos e urbanistas V I D A venceu um concurso privado para construir uma cidade de 40 mil habitantes no sul da Índia.



Os promotores da competição anunciaram que o grupo participará de todo o processo de urbanização, desde o projeto executivo até a inauguração, prevista para o final de 2013.



A cidade deverá ocupar uma área de cerca de 400 mil metros quadrados e é um dos muitos empreendimentos residencial de grandes proporções em curso na Índia, país com economia em rápido crescimento e elevado déficit habitacional.



O projeto é definido por núcleos voltados para classes sociais distintas – as chamadas castas – e separados por áreas verdes e zonas que concentram os edifícios públicos e de serviços, como escolas e postos de saúde.



Com o objetivo de conquistar o certificado Leed Gold, os arquitetos e urbanistas elaboraram o projeto de circulação tendo como foco os caminhos de pedestres, as ciclovias e o sistema de captação de água das chuvas, que será usado na irrigação.

Veja o site do coletivo de arquitetos: www.vida-architecture.com

Imagens: Bezier CG, Ben Tripp | VIDA

FONTE: ArcoWeb
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terça-feira, 24 de maio de 2011

Arquiteto propõe mudanças no projeto Minha Casa, Minha Vida

Mário César Carvalho - São Paulo

Só após a tragédia na região serrana do Rio, com um saldo de mais de 900 mortos pelas chuvas, é que o programa Minha Casa, Minha Vida resolveu convidar um arquiteto para pensar as construções em encostas. A presidente Dilma Rousseff chamou João Filgueiras Lima.

"O Brasil é cheio de favelas penduradas em encostas e a Caixa não tem proposta para isso", diz Lelé, o apelido pelo qual ainda é chamado, aos 79 anos, em tributo a um meia direita do Vasco da Gama que brilhou na década de 40. Não tinha proposta --porque agora tem, feita pelo próprio Lelé, o mais famoso arquiteto de hospitais do país, criador de dez unidades da Rede Sarah.



DIVULGAÇÃO

Obra de João Filgueiras Lima, que terá trabalho reunido no livro em "A Arquitetura de Lelé: Fábrica e Invenção" Ter sido convidado pela Presidência não transformou Lelé em adulador. Ele chama o programa Minha Casa, Minha Vida de "porcaria".

"São horríveis, uma coisa pavorosa", diz sobre o programa criado pelo então presidente Lula em 2009 com a meta de construir 1 milhão de moradias. "O problema não é só de forma. A proposta de construção é horrorosa".

Lelé sabe do que está falando. É o maior especialista em obras com pré-fabricados, segundo Oscar Niemeyer. Sua experiência com construções mais industrializadas começou em 1957, durante a construção de Brasília, como conta no livro "A Arquitetura de Lelé: Fábrica e Invenção", que será lançado na terça no Museu da Casa Brasileira.

Foi na Rede Sarah de hospitais, voltada para problemas do aparelho locomotor, que Lelé transformou os pré-fabricados em estado de arte. Uniu funcionalidade, invenção e baixo custo, como diz o antropólogo Antonio Risério.

CONHECIMENTO

A qualidade estética dos hospitais não era o único susto. O preço de algumas obras era a metade de um similar feito por empreiteira, segundo Lelé. Em entrevista à Folha, feita por telefone, ele diz que não é só o uso de pré-fabricado que derruba o preço da obra --é o conhecimento sobre as funções do prédio.
O arquiteto conta que aprendeu tanto sobre medicina que é capaz de ler raio-X e considera-se o melhor médico dos dois males que enfrenta: um câncer de próstata e problemas cardíacos. "É óbvio que tenho cardiologista e oncologista. Mas quem dirige o tratamento sou eu."

Ele não faz, porém, uma defesa da especialização: "Arquiteto, por princípio, deve ser um clínico geral. Até pode se especializar, mas não pode perder a capacidade de integrar tudo".

Há dois anos Lelé criou em Salvador o Instituto Brasileiro de Tecnologia do Habitat. Será uma fábrica de pré-fabricados para uso em obras públicas.

Foi o instituto que criou o projeto para encostas para o programa Minha Casa, Minha Vida --casas de dois andares sobre estacas, com um bondinho sobre trilhos para levar os moradores morro acima. Ele diz ter uma proposta para os dois fatores mais críticos do programa: a baixa qualidade e o custo.

"A construção civil é a coisa mais retrógrada do mundo. Se se quer construir no Brasil inteiro, impõem-se a industrialização e a qualidade. Isso só se consegue com tecnologia."

Outro problema, de acordo com ele, são as normas da Caixa: "O programa da Caixa é tão restritivo que você acaba fazendo aquela porcaria. É preciso dar espaço para o sujeito criar".

A ARQUITETURA DE LELÉ: FÁBRICA E INVENÇÃO
ORGANIZADORES Max Risselada e Giancarlo Latorraca
EDITORA Museu da Casa Brasileira e Imprensa Oficial
QUANTO R$ 120 (244 págs.)
LANÇAMENTO dia 24, a partir das 19h, no Museu da Casa Brasileira (av. Faria Lima, 2.705; tel. 0/xx/ 11/3032-3727)

Fonte: Folha.com
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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Inscrições abertas para "2011 Cleveland Design Competition"

O concurso internacional "2011 Cleveland Design Competition” está com inscrições abertas até dia 8 de julho de 2011 para profissionais e estudantes, independente de sua nacionalidade, que desejam submeter projetos para uma nova escola na área central de Cleveland. Esse concurso pretende “reimaginar a escola e explorar como as instalações educacionais devem evoluir para oferecer novas oportunidades de aprendizado”

Promoção e organização: Cleveland Design Competition

Cronograma:
Inscrições: até 08.julho.2011
Entrega dos trabalhos: até  03.agosto.2011
Divulgação do resultado: 19.agosto.2011

Prêmios:
Primeiro Lugar – US$ 5.000 (cinco mil dólares)
Segundo Lugar – US$ 2.000 (dois mil dólares)
Terceiro Lugar – US$ 1.000 (mil dólares)

Veja aqui projetos de edições anteriores da premiação Cleveland Design Competition.

Fonte: http://concursosdeprojeto.org/2011/05/16/2011clevelanddesigncompetition/
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Norma estabelece requisitos mínimos para sistemas de emergência contra incêndios em túneis

Projeto fica em consulta pública até 4 de julho e será aplicável somente para sistemas de sinalização e de comunicação de emergência

Mauricio Lima



Está em consulta nacional até o dia 4 de julho, no site da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o projeto de criação da Norma 24:301.13-003 - Sistemas de segurança contra incêndio em túneis - Sistemas de sinalização e de comunicação de emergências em túneis. O objetivo da norma é apresentar requisitos e critérios de prevenção e de proteção em casos de incêndio ou outras emergências que ocorram em túneis pelo país.

A normalização foi desenvolvida pelo Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio da ABNT (CB-24), sob coordenação do engenheiro Anthony Brown. A norma será aplicável somente para sistemas de sinalização e de comunicação de emergência relacionados à prevenção e proteção contra incêndio de usuários, cargas transportadas e patrimônio público ou privado nos túneis urbanos, subaquáticos, rodoviários, metroviários e ferroviários. Segundo Brown, a norma não se refere à manutenção desses sistemas, que é de responsabilidade da empresa operadora do túnel.

O projeto prevê que os usuários consigam saber rapidamente a localização de sistemas de combate ao incêndio, rotas de fuga e saídas de emergência.

São considerados sistemas de comunicação de emergência aqueles que, ativos e passivos, permitem a garantia da comunicação de incêndio no interior do túnel. Segundo o projeto, eles deverão ser operados de forma eletrônica a partir de um Centro de Controle Operacional (CCO), envolvendo radiocomunicação, sonorização, sinalização de emergência e transmissão de sinais dos sistemas de detecção instalados no túnel.

Segundo o engenheiro, acidentes com incêndios não são frequentes em túneis, mas quando ocorrem podem se tornar catastróficos.  "Se o gestor de túneis não estiver preparado e treinado para combater e controlar o incêndio, teremos como resultado a perda de vidas e veículos e danos sérios ao patrimônio do túnel", diz Brown.

FONTE: http://www.piniweb.com.br/construcao/infra-estrutura/norma-estabelece-requisitos-minimos-para-sistemas-de-emergencia-contra-incendios-215571-1.asp
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Cerca de 58% das empresas da construção realizam ações na área da responsabilidade social

Segundo estudo da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, parte das medidas são encaradas de forma estratégica pelas companhias

Mauricio Lima



A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apresentou hoje (17) o resultado do estudo "Responsabilidade social na construção, um panorama da atuação social no setor", que apontou que 58% das 202 empresas entrevistadas promovem trabalhos na área de responsabilidade social, com destaque para aquelas localizadas nas regiões Norte e Nordeste. A pesquisa, realizada pelo Instituto FSB Pesquisa, utilizou como parâmetro a ISO 26000, que estabelece o que seria a responsabilidade social empresarial (RSE).


Segundo a CBIC, 24% dessas empresas desenvolvem ações de forma estratégica, o que significa que seguem todos ou cinco dos seguintes critérios: ações sociais em seu planejamento estratégico; avaliação de suas ações sociais; divulgação de suas ações sociais; aumento de investimentos em ações sociais; pelo menos uma pessoa trabalhando 20 horas na área de RSE; e a empresa contrata consultores em RSE para apoiar ou aprimorar suas ações sociais.

Além disso, a pesquisa mostra que 36% têm ações regulares (atendem a três ou quatro destes critérios) e outras 40%, ações pontuais (respondem até dois critérios). Apesar de 58% promoverem trabalhos nessa área, 19% das empresas entrevistadas não conhecem o conceito de RSE.

Para Rachel Mello, diretora do Instituto FSB Pesquisa, "os dados mostram a crescente importância e a valorização da responsabilidade social no setor da construção, além do foco estratégico no trabalhador".

Segundo a pesquisa, as áreas nas quais as empresas vêm atuando de forma mais significativa são: meio ambiente, saúde, geração de trabalho e renda e educação. 13% dos dirigentes entrevistados admitiram promover somente uma modalidade de ação de RSE, enquanto 36% assinalaram sete ou mais áreas.

Ainda, a pesquisa aponta que Sesi e Senai são considerados os principais parceiros nas atividades, seguidos pelos sindicatos e ONGs.

Para acessar a pesquisa na íntegra clique aqui


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terça-feira, 19 de abril de 2011

Da coluna Vertical S/A - O Povo 19 de abril de 2011

UM CENTRO CULTURAL NO BENFICA

O Banco do Nordeste negocia a compra da sede do Hospital Myra y Lopez, na avenida da Universidade, na Gentilândia. A ideia é construir no local um centro cultural. A se confirmar, mais um espaço a reforçar o chamado Pólo Cultural do Benfica, formado por equipamentos da UFC, como o Museu de Arte (Mauc), Concha Acústica e Rádio Universitária FM. Em tempo: seria de bom tom um concurso público para definição do projeto de arquitetura. Aliás, o residencial e universitário Benfica ganhará (um dia!) uma estação do Metrofor e um novo estádio Presidente Vargas, com potencial para eventos artísticos também. Os dados estão lançados.
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terça-feira, 29 de março de 2011

Eduardo Souto de Moura é o vencedor do “Nobel da Arquitectura”.

Fontes ligadas ao processo confirmaram ao Construir que o arquitecto português sucede assim a nomes como Oscar Niemeyer, Frank Gehry, Jean Nouvel, Rem Koolhaas ou Álvaro Siza.

De acordo com o portal “Scalae”, o prémio foi atribuído a Souto de Moura pelo seu “rigor e precisão na arquitectura”, assim como pela “sensibilidade” na inserção das obras no seu contexto.

O prémio Pritzker é considerado como o “Óscar” da Arquitectura e este ano vai distinguir o arquitecto português, que já havia sido distinguido em 1998 com o Prémio Pessoa e recebeu o 1.º Prémio da I Bienal Ibero-Americana pela reconversão do Convento de Santa Maria do Bouro em pousada, além do Prémio Secil em 2004.

Souto Moura é autor de obras como o Estádio de Braga ou a Casa das Histórias, o Museu em honra da artista Paula Rego, para citar os mais recentes.

Entre as diversas personalidades que já reagiram a esta distinção está o Presidente da República. Para Cavaco Silva, “Souto de Moura faz parte do grupo de arquitectos que mais têm contribuído para a afirmação da arquitetura portuguesa contemporânea”.

“Quero, por isso, apresentar-lhe, em meu nome pessoal e dos portugueses, sinceros parabéns por esta distinção que tanto honra Portugal”, diz Cavaco Silva.

O ministério da Cultura destaca que “Eduardo Souto de Moura sublinha e homenageia a singularidade da sua intervenção artística [e] a consistência das suas criações. Trata-se de um reconhecimento que se espera venha a contribuir não apenas para inspirar novas gerações de jovens arquitetos, mas também para estimular o interesse de mais concidadãos pela arquitectura portuguesa”.

FONTE: www.construir.pt
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quinta-feira, 24 de março de 2011

Arquitetura e Urbanismo em Debate discute Centro de Feiras e Eventos

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